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sábado, 17 de dezembro de 2016

Continuação: Pós-parto em casa! (parte 1)

Oie! Tudo bem com você?

Hoje fiquei me perguntando o que escrever sobre meu pós-parto em casa; é tanta informação e novidade quando a gente chega em casa com aquele serzinho lindo, indefeso, e todo molinho (dá até medo de quebrar nas nossas mãos rs), então vou conversar um pouquinho sobre minhas dificuldades nessa nossa nova jornada: Vida de mãe!

Trocando fraldas:
Durante a gestação, o bebê ingere um pouco de tudo que tem dentro da bolsa que o protege (líquido amniótico, pedacinhos do vérnix caseoso que se soltam da pele em formação, pelinhos e cabelinhos que também se soltam), e com isso se forma o MECÔNIO, aquele cocozinho que pode variar entre o preto, marrom ou verde escuro, é bem pegajoso, e dá um trabalhão pra tirar da pele sensível do bebê! Com o passar dos dias, o cocô vai mudando de cor até chegar num tom amarelo (quase coe de gema de ovo), e esse é um bom sinal de que o bebê está se alimentando bem, pois a cor amarelada é resultado da digestão da gordura do leite da mamãe...

Aqui em casa, nosso bebê levou uns 5 dias de cocô pra chegar no tom amarelinho, passou pelo preto, marrom esverdeado e por fim amarelo.

Dica de troca de fralda:


Depois de muitos "acidentes" com as explosões que aconteciam frequentemente na fralda do Bryan, passamos a deixar um Kit troca, bem parecido com aquelas cestinhas com kit higiene do bebê.

Mas o mais importante de tudo é você ter sempre a mão tudo que pode ser preciso na hora do sufoco rs! 
Prepare o trocador, antes de abrir a fralda suja, dê uma esticadinha na fralda limpa - elas vem bem dobradinhas e as vezes com as bordinhas elásticas quase que grudadinhas nela mesma - nos primeiros dias, você vai precisar de algodão e água limpa e quentinha pra remover qualquer vestígio de xixi e cocô. Eu tinha certeza - antes do Bryan nascer - que à cada troca de cocô eu iria lavar o bumbum do bebê nem que fosse no chuveirinho; mas na prática foi bem diferente, no frio foi bem difícil me desfazer dessa ideia, porque eu teria que expor o pequenino ao frio várias vezes por dia (no começo cada mamada é seguida de uma troca de fralda de cocô); então resolvemos o problema com um potinho exclusivo para colocar água quente e molhar um algodão para higienizar o bumbum do bebê, que com os meses acabamos trocando por toalhinhas umedecidas (que ao meu ver são mais delicados que os lencinhos), e tem unas ótimas nos mercados e são super práticas, no calor nada melhor que um banho mesmo... Ah! Se seu bebê for menino como o meu, não se esqueça de cobrir o pipi dele, porque é só abrir a fralda que eles praticam a mira pra acertar o papai ou mamãe rsrs,
A pomadinha anti-assaduras fica a critério e necessidade da mamãe e bebê. Aqui em casa usamos desde que nasceu, e só tivemos problema com assadura umas duas, quando experimentamos umas fraldas que não deram certo. Mas vou contar direitinho em outro post sobre fraldas e qual eu uso!


Amamentação

No hospital, foi super fácil amamentar, e como disse anteriormente, parecia que meu bebê já nasceu sabendo o que fazer; mas em casa, por volta do segundo dia, foi torturante; meus mamilos racharam, e o leite empedrou... Realmente não sei o que aconteceu, a pega estava correta, o leite já havia decido e o Bryan mamava como um bezerrinho a cada 2h, como um reloginho
.
Fiz tudo o que havia lido e escutado durante a gravidez, e algo deu certo... Acredito que tenha sido a adaptação mesmo, mas pra ajudar na cicatrização dos mamilos que ficaram até com pedacinhos pendurados, foi uma pomadinha a base de Lanolina específica pra amamentação, mas mesmo assim, não deixei de amamentar, e com uns 4 dias de pomadinha cicatrizou direitinho, e meu corpo foi se adaptando a quantidade de leite correta que deveria produzir, e com bastante aguá quente corrente e massagens circulares, e extraindo o excesso de leite com bombinha após as mamadas, resolvi o problema de leite empedrado; confesso que não foi fácil, e até entendo o porque de algumas mães desistirem da amamentação nessa fase, é porque dói muito, mas nada insuportável e que não valha a pena tentar e seguir pela saúde do bebê.

DICA DE AMAMENTAÇÃO:

Antes do bebê nascer abuse de hidratantes nos seios evitando os mamilos; com a produção de leite os seios tendem a aumentar bastante de tamanho, o que pode levar ao aparecimento de estrias e com hidratação o risco delas aparecerem reduzem muito, porém, hidratação excessiva nos mamilos pode deixa-los sensíveis e dificultar depois que o bebê chegar...

Depois da chegada do bebê, você pode recorrer ao cremes e pomadinhas para previnir rachaduras nos mamilos; expor os seios ao sol da manhã e da tarde ajuda a criar resistência (repare como a suas partes do corpo que são menos expostas ao sol são mais sensíveis que as expostas com maior frequência...)

Com relação à pega, que é a forma como o bebê deve abocanhar a mama pra mamar; que em geral é orientada pela equipe de enfermagem na própria maternidade onde o bebê nasce, mas em resumo o bebê deve abocanhar a maior parte possível da auréola e não só o bico do peito.
Para aumentar a produção de leite, nada de cerveja preta heim, o negócio certo é beber muita água, e manter uma alimentação saudável; sem contar que durante a amamentação sentimos uma sede que não tem fim, e pode ser que você se se sinta um pouco enjoada de tanta água, então abuse de sucos naturais, e você aproveita pra repor algumas vitaminas que as frutas te proporcionam.

E já que o assunto rumou-se para alimentação, gostaria de deixar outra dica; tudo o que você come você acaba transmitindo para seu bebê; pra facilitar na hora de se questionar se o que você comeu pode dar gases ou não no seu bebê, lembre-se das coisas que você come sabendo que vai passar mal; aqui pelo menos nos 4 primeiros meses cortei repolho, couve-flor, brócolis, batata-doce, diminuí o feijão, o açúcar, cortei refrigerante, e carne de porco (que sempre me deixava pesada quando eu comia), e ainda assim o Bryan deu trabalho com cólica, mas preferi cortar e reduzir tudo isso, porque das vezes que tomei um refri ou comi o bendito brócolis, as cólicas dele ficavam muito piores, daí eu pensava 10 vezes no que eu ía comer. Ah! Comida muito condimentada também causa cólicas e deixa o leite com sabor e cheiro diferente, o que pode fazer seu bebê recusar ou estranhar algumas mamadas.

 Acho que por hoje já rendeu bastante nossa conversa, então vou ter que deixar os outros assuntos pra parte 2 desse post!

Não deixe de comentar aqui embaixo o que está achando do blog, o que gostaria de ler aqui, e sobre suas experiências, curiosidades ou dúvidas, e se for algo que eu desconheça, terei o prazer em procurar saber pra gente poder bater um papo sobre o assunto; e se puder clica  no botão seguir e vem fazer parte da nossa família!!!

Beijos e até o próximo post, vou falar mais um pouco sobre cólicas em recém-nascidos, curativos do umbigo e do corte da cesária, e outras coisinhas que talvez você goste!


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